ENQUETE: Competência ou Incompetência ?

Amigos, coloco no ar mais uma enquete, depois de assistirem o video logo abaixo deixo a seguinte pergunta : COMPETÊNCIA DA DEFESA OU INCOMPÊTENCIA DO ATAQUE ?

A ideia é verificar qual é o ponto de vista de vocês Leitores.  Para respondê-la, basta procurar a enquete na barra lateral direita do site, logo no topo, logo acima da " MINHA LISTA DE BLOGS".

Se por acaso a sua escolha for a alternativa "AMBOS" deixe no comentario desse post, a sua OPINIÃO !!

Abraços!!!!!


TRANSIÇÕES OFENSIVAS / DEFENSIVAS



Formação: 3 equipes de 4 jogadores, separados por coletes;

Divida a quadra em 3 partes, sendo a parte do meio como zona intermediaria ( Pode usar as demarcações da quadra de volei);

Jogos de Desmarque em Marcação Individual

Quem pensa que jogar com marcação individual é coisa somente de time grande, jogadores experientes e ainda por cima, coisa a ser feita apenas para anular os melhores jogadores de uma determinada equipe está plenamente enganado.
 Jogar com marcação individual é na realidade um saber típico da iniciação ao Futsal, pois através da marcação individual os alunos/atletas iniciantes podem vivenciar no momento em que joga tarefas bem definidas, o que facilita o cumprimento dessas tarefas, além de aprenderem a lidar com as referências bola, alvo a proteger e adversário de maneira que consiga entender como proteger seu gol, buscar recuperar a bola de seu adversário.

Treino de Meia Quadra, Certo ou Errado?

Quando falamos de esportes coletivos, é quase um consenso a seguinte afirmativa: “Uma boa equipe começa por uma boa defesa” No caso do nosso futsal, essa frase quase sempre está na boca dos professores e treinadores, independente da idade de suas equipes. Evidencia-se assim, um mito.

Mito não se discute, se aceita. Cria-se assim um paradigma.

Um paradigma como esse passa a ser algo tão intrínseco e aceito culturalmente no meio do futsal (e outros esportes coletivos), que ele passa a permear todas as ações desse ou daquele treinador, mesmo que ele não saiba disso.

Ao falar sobre a importância da defesa, de maneira emergente a um processo de ensino, muitas atividades de cunho defensivo terão grande volume de repetições dentro de um planejamento.

Se defender bem garante uma boa equipe, treinar-se-á defesa como nunca! Pois ali está a chave para o sucesso de uma equipe.

Jogo de Defesa III

No artigo anterior, discorri sobre os possiveis e diferentes objetivos do jogo de defesa.

Vejamos agora quais os princípios gerais do jogo de defesa, dentro de cada uma das três fases indicadas (retorno defensivo, defesa temporária e defesa organizada).

O Jogo de Defesa II

Fases, objetivos e princípios

O jogo de defesa começa muito antes do momento em que os jogadores, de forma articulada e organizada, muitas vezes em um sistema defensivo, protegem  sua meta de invasões e de chutes.

Alguns autores defendem que o jogo de defesa se inicia no momento em que uma equipe perde a posse de bola no ataque, depois de um chute (com ou sem êxito), ou mesmo quando perdem a bola por um passe errado ou uma falta.

Eu já defendo que a atitude de defender começa alguns momentos antes, na exata hora em que tudo indica que um jogador irá realizar um chute a gol, ou perder a bola. É neste momento que os jogadores que não participam diretamente desta ação devem começar a olhar os espaços que devem ocupar no sentido de proteger o seu gol. É esta a hora em que começa a primeira fase da defesa, conhecida como retorno defensivo.


Introdução: O Jogo de Defesa

“Atacar como podemos e defender como os pumas”.

Este lema menciona a velocidade que os atletas devem imprimir na tentativa de recuperar a bola quando na situação de defesa.

Entretanto, penso que esta frase também propõe uma questão de atitude defensiva. Voracidade por querer recuperar a bola, e por não deixar nenhum espaço aberto. Luta para não deixar o adversário progredir a posições melhores de finalização. Enfim, a imagem do puma correndo nos campos representa tanto a força, a velocidade e a agilidade requeridas para a defesa, quanto uma perene atitude de atenção, determinação, luta e garra que este felino tem para atingir os seus objetivos.

Velocidade e Inteligência

Qual é o objetivo do Futsal?

Muitos já responderam à si mesmos: “Claro que é fazer gol!”. Ótimo quem pensou isso esta de parabéns, esse realmente é o objetivo do jogo, mas as vezes esquecemos que para alcançar esse objetivo existem umas regrinhas básicas a seguir, ainda mais nos tempos de hoje que o Futsal sofreu algumas mudanças e se torna cada vez mais veloz diminuindo o tempo de raciocínio do atleta.

Vence o jogo aquele time que sofrer menos e marcar mais gols certo? Mas essa é a incessante luta dos técnicos de qualquer categoria, seja ela iniciação, escolinhas ou até mesmo treinadores de seleção, pois os benditos dos jogadores sempre quererem ouvir o “pow” no fundo da gaveta. Para muitos é mais emocionante que defender uma bola, mas calma que isso tem cura.

Vocês mesmos podem comprovar pela enquete que esta sendo realizada no Blog, que a maioria acha que o time que tem mais chances de vencer é aquele que defende melhor. Esse é o primeiro objetivo do Futsal, ter uma defesa boa para então marcar gols. A defesa funciona muito bem quando se tem um jogador de base e um goleiro ativo que falam muito e sempre apontam a falha da defesa, logo chamando a atenção de seus companheiros para cobertura.

Uma defesa forte precisa de:

◦Bom preparo físico

◦Muita conversa sempre regida pelo homem da base e o goleiro

◦Cobertura rápida para o companheiro

◦Saber jogar com o goleiro

◦Ter tempo de combate para fazer a flutuação.

Uma defesa forte precisa ter um bom preparo físico para aguentar as coberturas de marcação. Lembre-se sempre que para dar combate é necessário visar a bola e analisar como o jogador bate se é canhoto, destro ou ambi-destro.

Agora que já sabemos o básico sobre defesa, podemos atacar.

Um ataque forte precisa de:

◦Paciência

◦Inteligência

◦Total sintonia entre os jogadores, principalmente os responsaveis para arma as jogadas

◦Ser objetivo e efetivo

◦Uma troca defensiva ao menos

O ataque tem 3 fases, momentos, tempos, ondas, enfim em cada região tem sua maneira de expressar o ataque. A primeira fase é o contra-ataque direto, onde o goleiro lança a bola ao jogador mais a frente, geralmente os alas ou pivôs. A segunda fase é o contra-ataque sustentado, onde o goleiro tem uma saída rápida com o jogador mais próximo a ele, geralmente os armadores e em poucos passes chegam ao gol adversário, essa segunda fase é a mais comum e eficiente em jogo. A terceira fase é a organização do ataque para trabalhar o jogo tático.

Lembrando que existem várias jogadas para serem feitas nesses ataques de 1ª e 2ª fase, cada time utiliza de acordo com o seu potencial de efetivação. Logo contrário a essas duas fases existe o retorno defensivo que também possui fundamento tático para neutralizar esses ataques. As vezes muitos times levam uma sacolada só em contra-ataque, por desconhecerem e não treinarem esses tipos de ataque de 1ª e 2ª fase e retorno defensivo.

Para marcar o gol é necessário entender como funciona a defesa adversária, todavia existe uma regra básica chamada inferioridade e superioridade numérica.

O objetivo do ataque antes de fazer o gol é fazer com que a defesa fique presa atras do pivô formando uma superioridade numérica ao ataque, isso é possível através da lógica que 1 jogador chame a atenção de 2 jogadores da defesa logo no decorrer ou no final desta manobra sobrará alguem livre para fazer o gol. Partindo do princípio de que o pivô é peça chave ao ataque, é necessário que ele esteja sempre antenado ao posicionamento do armador  da equipe, responsável em ditar onde será mais fácil abrir o buraco na defesa. Geralmente esse é o jogador que está em troca defensiva, pois enquanto o time defende ele conversa com o técnico sobre quais as melhores opções para o ataque, evitando assim aquelas cenas tristes em jogo que o técnico fica se esguelando fora de quadra para chamar atenção de um jogador.

Vale lembrar que isso não é regra, varia de equipe para equipe.

Os conceitos apresentados acima são o básico para se ter um time competitivo. Se uma equipe treinar muito bem e dominar esse básico, já estará apta à continuar nos próximos passos, uma vez que é comum à todos.

Veja o fato lamentável no futsal

Vejam o fato inusitado que ocorreu no Campeonato Estadual de Futsal do estado do Paraná, o jogo era valido pelas quartas de finais, a equipe de Umuarama vencia pelo placar de 2 x 1 a equipe adversária de Guarapuava. Nos minutos finais da partida a equipe de Guarapuava atacava com o goleiro linha, quando o goleiro perdeu a bola e em um contra-ataque a equipe de Umuarama marcaria o terceiro gol, daí então um diretor da equipe da cidade de Guarapuava invadiu a quadra e cortou a bola impedindo o gol. (veja o vídeo abaixo)





Já não bastasse este fato, no final do jogo o ônibus do Umuarama foi apedrejado na saída do ginásio com vidros quebrados e outros estragos.

Defesa – Por onde começar?

Venho até vocês para falar de Futsal defensivo. Existe uma cultura já instalada na qual a garotada hoje em dia não gosta de defender. Boa parte dos jogadores que estão aprendendo o futsal só sentem prazer em jogar no ataque. Essa é uma preocupação de muitos treinadores: como motivar os alunos a também gostarem de marcar no futsal?
 
Marcação Individual

Acredito que a grande sacada ao trabalhar o futsal defensivo na iniciação é começar com a marcação individual. O domínio da marcação individual é pré-requisito básico para que, mais adiante, o inciante possa realizar uma marcação por zona mais eficiente. Através dela as crianças e adolescentes poderão aprender da melhor maneira as habilidades técnicas defensivas básicas do jogo, ou seja, aprender a jogar no 1×1 (1 contra 1) com e sem bola, a atrapalhar passes e recepções dos adversários, a deslocar-se explorando a lateralidade e a profundidade, a colocar-se em linha de passe, a realizar bloqueios de corridas dos adversários e a manter o contato visual com a bola e com o seu respectivo adversário.
A marcação individual pode ser realizada de três formas:
 
* Quadra inteira
* Meia quadra
* Perto da área

Defesa agressiva, prazer em defender e superar limitações

 

Basta ser Jogo ?


Venho defendendo incessantemente neste espaço a valorização do jogo como ferramenta necessária e central do processo pedagógico do esporte.

Em todo texto que trato do assunto, destaco a importância do jogo, uma vez que através de sua capacidade de ascensão ao lúdico, é capaz de tornar o ambiente de aula desafiante, motivador o que faz os alunos/atletas mergulharem dentro de sua lógica, buscando resolver os problemas impostos afim de conseguir alcançar êxito através do indissociável binômio técnica/tática inerente ao futsal.

No entanto, em recente percebi a importância que a discussão sobre o jogo como ferramenta pedagógica deve ter, uma vez que a utilização de jogos pode servir apenas para tapar buracos metodológicos. Ou seja: “se não sei o que fazer, então vou lá e dou um joguinho”.

Os problemas da especialização precoce em busca do resultado


Neste texto quero compartilhar uma preocupação com a especialização precoce de atletas no contexto da formação no Futsal. A discussão não será quanto ao treinamento biológico precoce, mas quanto a especificação da posição, da falta de uma construção do conhecimento geral para o específico, deixando de promover a vivência e acompanhamento de todas as fases, sem prejudicar o aluno no seu processo de aprendizagem e aperfeiçoamento.

No dia-dia de treinamento de categorias de base chegam muitos alunos que não têm conhecimento sobre os conteúdos básicos do Futsal e nem mesmo possuem um aprendizado anterior satisfatório para alcançar a meta do grupo, e muitas vezes não temos tempo de ensiná-los, sem pular etapas do treinamento, por já estarmos no meio do planejamento, ou quando já estamos com algumas metas traçadas. Porém, um erro grave e comum é colocá-los em uma posição durante os jogos ou coletivos em que eles não “atrapalhem” o treinamento ou onde “prejudicam” menos.

Nesta questão, quando um aluno chega nesta situação e o colocamos para jogar, em uma posição que julgamos menos complexa e lá o deixamos, estamos especializando precocemente um aluno que não passou por todas as fases do aprendizado. Em alguns de nossos textos publicados, falamos sobre o processo de ensino aprendizagem, em que envolvem os princípios operacionais e as fases do aprendizado para os jogos.

Ataque e defesa: onde um começa e o outro termina?


É quase que fato consumado no futsal entender o processo ofensivo (ataque) o momento em que a própria equipe tem a posse da bola e o processo defensivo (defesa) o momento em que a posse de bola é do adversário.

E nas transições, quem está atacando e quem está defendendo?

Simples, na transição defesa-ataque (ofensiva) eu estou atacando e na transição ataque-defesa (defensiva) meu adversário ataca.
Ainda bem que, para os profissionais do futsal, os jogos coletivos são muito mais complexos que essa singela interpretação. Senão qualquer torcedor entenderia o jogo tão bem quanto um treinador de equipe de alto nível.
Os processos ofensivos e defensivos estão tão intrinsecamente conectados que seria impensável analisá-los e treiná-los de forma isolada.

Imagine a seguinte situação:
Sua equipe está vencendo a partida e adota como estratégia manter a posse de bola (prioritariamente na quadra de defesa pela ocupação espacial do adversário) com o objetivo de “apenas” esperar o tempo terminar. A equipe adversária realiza uma marcação pressão para recuperar a bola rapidamente e tentar realizar uma finalização a gol.

Pergunta: Quem está defendendo? E atacando?

Iniciação Ofensiva no Futsal para Crianças

Este texto tem por finalidade introduzir alguns conceitos relevantes à iniciação esportiva voltada para aspectos ofensivos do jogo de Futsal. Alguns princípios devem ser priorizados ao iniciar um trabalho de aprendizado ofensivo e alguns desses princípios são comuns aos jogos desportivos coletivos, e por isso, serão tratados de forma geral, para posteriormente limitarmos ao Futsal.

Quando falamos em um trabalho pedagógico de ensino ao Futsal, estamos referindo a uma série de itens que os alunos devem conhecer e praticar. No ataque, em específico, partimos de uma ponto inicial, que se caracteriza pela posse da bola.

Os princípios que regem a equipe atacante, segundo BAYER, são os seguintes:
  • Preservação da posse da bola,
  • Progressão a meta adversária,
  • Realização do gol.
  • No caso dos jogadores que não possuem a posse da bola, além dos princípios anteriores, também é devido saber;
  • qual a posição da bola no jogo,
  • localizar os espaços livres para possível ocupação,
  • identificar a posição dos adversários e a situação dos companheiros e ainda ter o objetivo a atacar.

Com crianças é fácil notar a centralização na figura da bola, e muitos ainda não desconectam o jogo em si da figura bola. Eles têm a bola como centro e não como elemento do jogo. A vivência inicial é observada com algumas características, como o jogador em posse da bola querer conservá-la, os jogadores sem bola, porém atacantes, querem ter a posse da bola.
Esta fase pode ser denominada como jogo egocêntrico. Nesta fase observa-se a aglomeração e aglutinamentos ao redor do objeto do jogo (a Bola).

COMO ANALISAR UMA EQUIPE ADVERSARIA

Por muito que treinemos o nosso modelo de jogo de forma a estar preparado para jogar com qualquer equipa, devemos ter sempre o máximo conhecimento das características de cada um dos nossos adversários, pois quanto maior for esse conhecimento, mais preparada estará a nossa equipa, quer para contrariar os seus pontos fortes e explorar as suas fraquezas...

Desta forma, este documento tem como principal objetivo ajudar os treinadores a como preparar a sua equipa para o próximo adversário.


Como analisar uma equipa adversária?

Antes do jogo

Recolher informação:

  • Tipo de piso e tamanho da quadraObservar aquecimento;
  • Nomes dos jogadores, números, equipe inicial e suplente
  • Características especiais do Sistema tático e/ou Modelo de Jogo
  • Características especiais relacionadas com os jogadores

Durante o jogo

Observar a organização estrutural e todas as alterações que aconteçam no decorrer do jogo nessa estrutura, quer pela evolução do resultado, quer pelas substituições que ocorram.

Observar a organização defensiva da equipa:

  • Zona (linha de marcação) onde defendem (alta, média ou baixa)
  • Tipo de marcação (à zona, individual ou mista)
  • Atitude e comportamentos defensivos (agressividade ou passividade)

Observar a organização ofensiva da equipa:

  • Tipo de construção de jogo (jogo lento ou rápido, passe curto ou longo (direto), com apoio de centro ou de ala)
  • Jogadores de referência na organização ofensiva.
  • Padrões coletivos estabelecidos na construção do jogo.
  • Posicionamento que os jogadores ocupam neste tipo de lances.

Ainda tem dúvidas? Se desejar, acesse o site pedagogia do futsal ou Scout em Linha desenvolvido por Wilton Santana, e veja um exemplo de scout por anotação manual.

Fonte: http://martinscarlos.blogspot.com/


Futsal também se aprende assistindo!

Em minha formação universitária houve uma disciplina que fiz na Faculdade de Educação que destacou a importância da aprendizagem vicária (pela visão) como um processo pedagógico, pois alunos buscam sempre referências que exemplifiquem e mostrem possibilidades de atitude, ações técnicas integradas com a tomada de decisão, para que possa significá-los e transferir aquilo o que foi significado para o momento da aula.
Essa possibilidade pedagógica, no entanto, por muito tempo foi interpretada como a necessidade do professor ser um bom praticante da modalidade, para que através de seus exemplos os alunos pudessem copiá-lo e assim aprenderem a jogar.
Isso trouxe consigo dois problemas sérios:

(1) somente o professor ex-jogador é quem seria capaz de desenvolver boas aulas, pois ele seria o exemplo mais adequado a ser seguido pelos alunos, fazendo prevalecer a crença de que quem não jogou aquela determinada modalidade não saberia ensiná-la;

(2) sendo o professor um ex-jogador, as aulas tornavam-se um ambiente de treinamento e especialização – em plena fase de iniciação esportiva – sendo que o aluno aprenderia a copiar o gesto técnico demonstrado pelo professor, executando-o em atividades tecnicistas e isoladas.


Ora, a aprendizagem visual possibilita avançar o tempo da aula para além do espaço da aula. Trata-se de um recurso que extrapola o ambiente de aprendizagem propriamente dito. Assistir um jogo de Futsal pela TV, por exemplo, torna-se uma extensão da aula além do ambiente formal, possibilitando ao aluno significar o jogo a partir de suas perspectivas pessoais, adquirir um lastro cognitivo sobre o planejamento de ações no jogo que posteriormente podem ser testadas no ambiente de aula.
(Alunos da Equipe Dura-lex/ Oeste Paulista de Futsal do Professor Augusto Rena)