Propostas para Competições no Futsal de Base II – Categorias Mini e Mirim
O artigo dessa semana será publicado em formato PDF, pois ficou um texto bastante grande e a leitura dele no corpo do blog pode se tornar consativa.
Clicando abaixo há o link para download do material. Peço que leiam, divulguem, questionem, sugiram e etc..
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Propostas para Competições no Futsal de Base I
Princípios Básicos para Competições de Base no Futsal
Propostas para Competições no Futsal de Base I
Gostaria de discutir inicialmente algo que penso ter tudo a ver com esse começo de ano.
Muitos de nós participaremos, nesses primeiros meses do ano, de reuniões de ligas e federações, com a finalidade de discutir o cronograma competitivo, regulamentos e modelos de disputa dos respectivos campeonatos.
E, no mesmo ambiente em que se discutem as propostas cronológicas para categorias adultas, juniores e juvenis, estão inclusas as discussões sobre as categorias mamadeira, infantil, mirim e pré-mirim.
Mas o qual é o problema? Você deve pensar. Não seria este um momento oportuno para discutir o calendário competitivo de todas as categorias num mesmo momento?
TREINADOR DE FUTSAL - SÃO PAULO
Já fiz o curso com dois dos Palestrante, eu recomendo !! Vocês vão ver conceitos novos e criados pelos próprios palestrante !!
Se for para investir na carreira profissional vocês não podem perder esse curso . Incrições aqui
Princípios Básicos para Competições de Base no Futsal
Este não será um artigo longo, tratarei nele apenas uma inquietação que tive agora a pouco, lendo o post do "Profº Kbça”.
Quando falamos de competições de base, voltado para crianças em períodos da iniciação, temos que nos remeter a alguns cuidados, ou melhor, refletir sobre alguns vícios que trazemos conosco.
Um vício comum é pensar em competição apenas pelo viés do resultado de quadra. Ou seja, inscrevo minha equipe para vencer, e pensando nisso, farei o que for possível para conseguir a conquista. Um reflexo deste pensamento é inscrever 14 alunos/atletas, para uma competição, mas utilizar apenas 7 ou 8 desses alunos ao longo de todos os jogos. Isso está de acordo com o caráter formativo?
Outros vícios bastante comuns são:
(1) visando ensinar o Futsal para as crianças, transformar o ambiente de jogo em um momento cercado de valores tradicionais, tais como a famosa preleção “motivacional” pré-jogo,
(2) jogar estruturalmente e funcionalmente de acordo com o que aparenta existir nos modelos de alto rendimento, proporcionando uma dinâmica de jogo estereotipada do jogo do adulto, enfatizando, desde muito cedo especialidades para cada aluno, criando uma estrutura de jogo demasiadamente fixa e padronizada,
(3) além de desenvolver uma dependência muito grande do professor, deixando o desenvolvimento da autonomia para tomar decisões na quadra, através de uma postura de professor “dono da verdade” que manipula seus “bonequinhos” como fazem os militares ao desenvolver táticas de guerra.
Metáfora do Balde – Influência do ambiente de ensino sobre o potencial genético
Quando tratamos do tema “ensino do esporte”, muitas vezes tendemos a cair numa realidade que vem sendo questionada pela evolução dos estudos da Pedagogia do Esporte que é acreditar que talento é algo inato, próprio de cada um, determinado pelas suas características genéticas/hereditárias.
Nós como professores, muitas vezes deixamos de lado nosso potencial de ensinar uma pessoa, tendo única e exclusiva atenção a idéia de buscar talentos e de acordo com nosso interesse iniciar um certo controle de sua vida, indicando para grupos de treinamento avançado, equipes e outras possibilidades.
Isso está associado a uma idéia conhecida com a “metáfora do balde”. Nela, acredita-se que ao nascer, cada um tem consigo um balde vazio, sendo a vida o momento em que esse balde deverá ser preenchido. Aquele que nasce com um balde maior será aquele que irá despontar como um talento, devendo apenas ser encontrado e encaminhando para a finalidade que seu grande balde o conduz.
Defesa 2:2 na iniciação do futsal
Vocês podem observar que destaquei as palavras regras de ação e estrutura, e isso é proposital, pois todo esquema defensivo é um subsistema de um sistema maior: o jogo. Dessa forma, por ser sistema ele possui três características imprescindíveis: possui uma estrutura, possui uma funcionalidade e elementosque o constituem, estes, com base nas referências estruturais e funcionais do sistema, possuem autonomia para tomar decisões que influenciam em todos os outros elementos componentes do sistema defensivo.
A estrutura de um esquema defensivo é exatamente aquilo o que todos nós costumamos ver objetivamente. É o desenho do jogo, a foto, a imagem paralisada de uma proposta defensiva.
Abaixo, uma foto e uma imagem (estrutura) de um sistema defensivo 2:2 que é formado por duas linhas defensivas, cada uma com 2 jogadores que jogam juntos em suas respectivas linhas. Chamaremos a linha mais próxima do goleiro de segunda linha defensiva e a linha mais afastada do goleiro de primeira linha defensiva.
Jogos Pedagógicos – Estruturação do Espaço de Jogo
Um dos fatos muito recorrentes da iniciação dos Jogos Desportivos de oposição, luta direta pela bola e invasão de quadra (Bayer, 1994), como é o caso do Futsal, é a existência de uma estrutura jogada da modalidade, na qual prevalecem a centração da atenção na bola, pouco estímulo ao uso da visão periférica, pouca coletividade e presença de comunicação na ação baseada na utilização de estímulos vocais: “Eu, eu!!”, “Aqui, eu to ‘livre‘”, “Passa pra mim!”. Garganta (1995) descreve essa fase do jogo como a fase anárquica, ou seja, uma fase em que o jogo ainda não obedece à regras/conceitos de caráter coletivo, prevalecendo a utilização de recursos individuais, a busca incessante pela bola por todos os participantes e por sua vez um preenchimento pouco racional do espaço de jogo, como mostra o vídeo 1.
Video1. Exemplo de jogo com característica anárquica
Influência da ludicidade na aprendizagem esportiva – Metodologia das atividades jogadas
Qual é a melhor maneira de aprender algo? Ou melhor, como é que conseguimos aprender algumas coisas e outras não?
Esse processo pode ser compreendido a partir da motivação que o aluno/aprendiz possui no momento do ato pedagógico, influenciada por fatores como a atenção e a concentração na atividade a ser aprendida, que também estão envolvidas nesse processo. Mas, de maneira geral, um conceito pode ser capaz de conglomerar todas as capacidades que influenciam o processo de ensino-aprendizagem: o PRAZER em aprender.
O ser humano, acima de qualquer suspeita pode ser compreendido como um ser pensante, sonhador e planejador. Essa capacidade está atrelada à sua capacidade de ensaiar cognitivamente inúmeras situações cotidianas vivendo neste nível de consciência experiências que serão transferidas para sua vida através de suas atitudes. Esse planejamento consciente existe graças à habilidade humana de jogar consigo mesmo, “vivenciando” essas experiências antes mesmo de colocá-las em prática na vida real.
A essa capacidade chamamos ludicidade: a ascensão a essa capacidade humana torna o ato pedagógico mais prazeroso e significativo, tornando esse ato realmente capaz de educar. Trata-se, portanto, de um ciclo que se atingido pelo profissional e alunos envolvidos no ato educativo, torna esse momento criativo, estimulante e desafiador, ou seja, dotado de significado.
Mas como ascender à ludicidade em minhas aulas? Como estimulá-la? Eis o que deve estar sendo pensado por você nesse momento.
PROMOÇÃO ENCERRADA ( Treinamento Integrado no Futsal)
Olá pessoal, buscando uma maior interação com os leitores do blog, resolvemos lançar uma promoção que vai de encontro com o interesse de ambas as partes, pois essa promoção tem o objetivo único de divulgar o Blog e de mostrar como é feito um planejamento de futsal em alto rendimento com o conceito que defendemos nesse site, o TREINAMENTO INTEGRADO.
Este Planejamento será constituído de 8 seções de TREINAMENTO INTEGRADO como Unidade Didatica de Bloquear a linha de Passe
(O vídeo citado na fase inicial será disponibilizado em uma outra oportunidade)
Treinamento Integrado Part5
Treinamento Integrado Part6
Treinamento Integrado Part7
Treinamento Integrado Part8
Treinamento Integrado Part6
Treinamento Integrado Part7
Treinamento Integrado Part8
COMO PARTICIPAR
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Sou professor de iniciação ao Futsal, e agora?
Quantas vezes em nossa carreira profissional não surgem novas oportunidades que as vezes deixamos escapar por falta de conhecimento e/ou de coragem de arriscar em uma área praticamente desconhecida?
Refletindo sobre nossa formação acadêmica, nós profissionais de educação física que tivemos um passado como atletas ou como praticantes assíduos de determinadas modalidades, quase sempre pendemos para dar mais atenção para modalidades esportivas às quais tivemos contato prévio, deixando sempre a desejar um pouco de atenção para aquelas modalidades às quais não tivemos contato ou não temos interesse em nossa época de formação.
Em algumas universidades e faculdades, por sinal, nós ainda quando graduandos ou recém chegados na vida acadêmica temos a possibilidade, inclusive, de escolher quais modalidades esportivas são de nosso interesse para termos aulas sobre estas, descartando literalmente a possibilidade de acesso às outras. Grande falha das instituições de ensino superior (IES), mas essa balisada pelo histórico de alunos que ao passarem por aulas de modalidades as quais não têm interesse real, geralmente não demonstram o menor esforço de aprendizagem do mínimo para saber ministrar aulas de diferentes modalidades esportivas.
Mas o mercado está aí, e não somos nós que o regulamos.
Este artigo vem para aqueles que, depois de uma formação profissional deficitária, seja pelo perfil da IES, seja pelo seu interesse naquela ou noutra disciplina, encaram a seguinte pergunta:
Sou professor, tenho que ministrar aulas de futsal na iniciação, e agora?
FCVNV Indica:
O
Curso de Pós-graduação em Pedagogia do Esporte e Treinamento dos Jogos
Desportivos Coletivos será em breve espaço de tempo referência nacional e
indispensável para quem atua em escolas públicas (municipal, estadual e federal)
e particulares, clubes, secretarias e departamentos de
esportes, Sesi, Senai e Sest/Senat ,escolas de esportes, projetos sociais e
programas esportivo-sócio-educativos.
O curso terá início nos dias 10 e 11/09/2011 em São Paulo
. A aula inaugural já
valerá seu investimento, pois será ministrada pelo Prof. Dr.Roberto Paes
(UNICAMP) renomado mundialmente na área de Pedagogia do
Esporte.
Ensinando a progressão sem bola e ocupação dos espaços vazios
Neste texto darei alguns exemplos de atividades voltadas para a iniciação à modalidade, em uma sessão de treino/aula.
Sabemos que dependendo da idade essas atividades devem ser mais ou menos voltadas para o lúdico, com mais brincadeiras do que exercícios fechados.
Veja o video do Profº Wilton Santana
O importante nas atividades são os objetivos que devem estar voltados ao aprendizado de aspectos da lógica do Futsal, como as infiltrações, a procura pelos “espaços vazios”, a procura individual e coletiva pela conquista do objetivo do jogo (gol), com a intenção de introduzir o jogo mais complexo, com mais jogadores.
Em um primeiro momento da aula, podemos utilizar de brincadeiras para o aquecimento e que tenha ações e lógica semelhantes para a introdução do assunto programado para o dia.
Abaixo segue uma aula aplicada para ensinar aos alunos de 8 a 10 anos (pode ser aplicado a turmas de 12 e 13 anos desde que sejam iniciantes) a receber a bola em progressão, visualizar os “espaços vazios”, a infiltração e a finalização ao gol.
A equipe FCVNV indica !!!!
A equipe FCVNV, indica o excelente blog do profº Cyro Bueno...
O blog é O FUTSAL GLOBAL
Vale Conferir
http://futsalglobal22.blogspot.com/
O blog é O FUTSAL GLOBAL
Vale Conferir
http://futsalglobal22.blogspot.com/
A equipe FCVNV Comunica !!!!
Olá, este espaço não vem com objetivo de dar “receitas” para o desenvolvimento do “FUTSAL perfeito”.
Este Blog trata-se de um espaço para que sejamos capazes de repensar a prática tradicional em detrimento de uma prática mais humana, preocupada com os diferentes contextos e realidades, experiência na modalidade, em fim… receitas não são capazes de fazer a modalidade e a qualidade do jogo de nossos alunos crescerem.
Peço a vocês que tentem compreender esse espaço dentro dessa realidade e não como um espaço que virá salvar sua vida como professor, trazendo receitas milagrosas, mas que poderá ajudá-lo a trancender a prática tradicional e dessa forma, ajudando a vida de nós professores realmente preocupados com uma prática corporal de qualidade.
Espero que compreenda...
Vagner Cardoso Teixeira
Vagner Cardoso Teixeira
GAMA FILHO – Pedagogia do Esporte e Treinamento dos Jogos Desportivos Coletivos.
Público Alvo:
Profissionais que atuam em: secretarias de esportes, escolas públicas e particulares, clubes, secretarias e departamentos de esportes, instituições particulares – escolas de esportes, projetos sociais e programas esportivo-sócio-educativos.
O Brasil será o centro esportivo mundial nesta década, pois realizaremos em 2014 a Copa do Mundo de Futebol e em 2016 os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.
Observa-se hoje que a adesão ao Esporte cresce vertiginosamente, sendo assim, torna-se imprescindível dar ao Esporte um tratamento pedagógico.
A Universidade Gama Filho, ao criar o curso de Pós-graduação em Pedagogia do Esporte e Treinamento dos Jogos Desportivos Coletivos quer transformar a atual realidade de ensino do esporte no Brasil e deixar um legado social relevante para o País com profissionais atualizados e capacitados com as novas tendências mundiais em Pedagogia do Esporte.
O curso conta com os mais renomados professores em Pedagogia do Esporte do Brasil, tais como:
Prof. Ms. Henrique Ferreira Barcelos,
Prof. Dr. Hermes Ferreira Balbino,
Prof. Dr. João Paulo Borin,
Prof. Dr. Pablo Juan Greco,
Prof. Dr. Rodrigo Aparecido Azevedo Leitão,
Prof. Ms. Rubens Venditti Junior,
Prof. Dr. Wilton Carlos de Santana,
Prof. Dr. Charles Ricardo Lopes,
Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes,
Prof. Dr. Miguel de Arruda,
Prof. Dr. Irineu José Gorla e
Prof. Dr. Alcides José Scaglia.
Prof. Ms. Henrique Ferreira Barcelos,
Prof. Dr. Hermes Ferreira Balbino,
Prof. Dr. João Paulo Borin,
Prof. Dr. Pablo Juan Greco,
Prof. Dr. Rodrigo Aparecido Azevedo Leitão,
Prof. Ms. Rubens Venditti Junior,
Prof. Dr. Wilton Carlos de Santana,
Prof. Dr. Charles Ricardo Lopes,
Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes,
Prof. Dr. Miguel de Arruda,
Prof. Dr. Irineu José Gorla e
Prof. Dr. Alcides José Scaglia.
Acesse aqui o link do curso e veja como se inscrever.
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